O que no início era assim:
1. Collor 35,2%
2. Lessa 27,7%
3. Vilela 21%
Na pesquisa de Boca de Urna para o Segundo Turno, ficou desta forma:
Vilela aparecendo com 39,2%.
Senador Collor, já mais acanhado em comparação as primeiras pesquisas com 32%.
Enquanto, Ronaldo Lessa, aparecia em terceiro, com 27%.
Mas, algo deu errado. E o inesperado aconteceu:
Teotônio Vilela – 534.962 (39,58%) dos Votos válidos
Ronaldo Lessa – 394.155 (29,16%) dos Votos válidos
Fernando Collor – 389.337 (28,81%) dos Votos validados
E foi neste iracundo Teatro de Números, manipulados feito marionete pelos dedos de quem pode, que a profecia financeira se confirmou:
Teotônio Vilela (PSDB) 54% - REELEITO.
Ronaldo Lessa (PDT) 46% - DERROTADO.
Contudo, essa eleição, como todas as outras, teve um grande valor pedagógico, "Quem quis muito se aprendeu com ela", no que concerne, o mote das guerras propriamente ditas entre os estatelados e bajuladores dos "Salvadores da Pátria". E nada mais verdade, do que raciocinar, que uma Guerra, nada muito é, do que gente desconhecida se enxovalhando e brigando, por uma causa aparentemente conhecida, de pessoas, que se conhecem muito bem e de nenhum modo, brigam entre si!
E quantas discussões foram geradas no fundamento, de que "é a vontade de Deus", ou, inapropriadamente - "continuaremos seguindo no caminho do bem". É afetuosamente forte, mas é a mais cristalina verdade.
As pessoas fazem questão de “amnesiar” o passado obscuro, na tentativa de um presente feliz e um futuro de arrependimento. Não vamos aqui medir e me colocar como a palmatória do planeta, porque não sou, mas sou verdadeiro, ou pelo menos busco ser, e amo as coisas corretas. Sei que posso até não mudar o mundo, mas anseio ser diferente, até porque não sou daquele fulano que apenas faz questão de conquistar os olhos das pessoas, mas também, o coração e a mente.
Não deslembrando, de que toda flor tem respiro e todo o tempo há de haver mudança, porque tudo na vida passa tudo farda tudo cansa. E bem abrangia o poeta Mané Mingó, homem humilde lá da minha enfastiada Anadia, do povoado Tapera. Um trovador de uma frase só, que quando recitava o que ele chamava de seu, todos silenciavam para ouvir, mesmo que não entendessem o denodo e o brio de sua frase singular.
A partir desta premissa, vamos esperar para crer, que estou pelo menos uma vez errado. Enquanto isso, REFLITAM! E tenham uma ótima continuação de Governo, “para todos?”.
"Brigamos por quem não brigam por nós! E amanhã, está todo mundo junto. E quem não tem a mesma cara de pau, fica sem saber o que fazer". (D. F.)